A inevitabilidade de escolher o Nacionalismo Liberal

Quando em 1989 caiu o muro de Berlim o mundo ocidental festejou a sua vitória na guerra fria.

O mundo passava a ser unipolar, e economia de mercado tinha derrotado a economia centralizada, seria o fim do comunismo e mesmo do socialismo que se rendia aos benefícios do mercado.

Pura ilusão…

O socialismo, a esquerda radical, é um “monstro” duro de roer apenas se transformou, pois, concluiu que a luta de classes tinha perdido a força e que por isso a economia centralizada não conseguira destruir o capitalismo.

Optou então por mudar de estratégia e destruir a civilização ocidental “por dentro” aproveitando as características do próprio capitalismo, destruindo os alicerces da sociedade, os seus valores e consequentemente o capitalismo.

Quer se goste ou não da expressão, de facto, os pilares da civilização do mundo ocidental eram, de facto “Deus, Pátria e família”.

O maquiavélico plano da esquerda radical, na minha opinião, orquestrado ou pelo menos aproveitado pela China, foi infiltrar-se preferencialmente nos meios jornalísticos e educacionais para com esses grupos profissionais controlados mudar as mentalidades, consequentemente as políticas e destruir a civilização.

Assim, começaram a doutrinar as crianças desde tenra idade, primeiro contra a igreja, depois contra os países e por fim contra a família.

Destruir a influência da igreja na população foi fácil, o capitalismo contribui criando múltiplas distracções, novos focos de interesse e principalmente criando a cultura do prazer imediato. A própria igreja também contribui, pois, sendo constituída por homens e não santos muitas vezes cometeram erros e mesmo crimes.

A comunicação social ao serviço da esquerda radical obviamente empolou, exagerou, fez com que essas noticias o fossem por messes seguidos umas vezes com razão, outras nem por isso, obviamente que qualquer membro da igreja, ou seja de que organização for, se cometer um crime tem de ser detido e julgado, o que não é a mesma coisa do que andar a perseguir a igreja em todo o lado do mundo a levantar suspeitas, muitas vezes infundadas, de todo o tipo de crimes para destruir a sua imagem. Em simultâneo promovem todas as outras religiões, as que o são e as que nem por isso, querendo pôr todas no mesmo plano, o que não faz sentido pois a igreja católica faz parte da nossa cultura, logo é um elemento integrante da nossa nação, as outras não.

Tudo isto enquanto os professores nas escolas doutrinam os nossos filhos, através de um programa de ensino socialista, que a igreja sempre foi má ao longo da história, sempre foi contra o desenvolvimento, matava pessoas com a inquisição fazia guerra para impor a sua religião. Não explicando que na verdade a inquisição foi um instrumento dos reis absolutistas para dominar o poder do clero e não o contrário, que as cruzadas foram uma resposta às invasões muçulmanas e não o contrário.

À medida que as pessoas se iam desligando da igreja era necessário arranjar algo para que, em especial as populações mais jovens, acreditassem, onde colocassem a sua fé! O ser humano necessita de se sentir parte de algo maior, que nos transcende e algo que simultaneamente prejudicasse o capitalismo, objectivo último de toda esta montagem.

Nada melhor que a defesa do ambiente, algo que é bonito fica bem, os jovens idealistas gostam, facilmente depositam a sua fé e melhor de tudo prejudica gravemente o capitalismo ocidental.

Os países com governos de extrema esquerda estão-se totalmente a borrifar para o ambiente veja-se a China, que tem a indústria mais poluente do mundo.

Obviamente deve-se proteger o ambiente, agora tem é de ser de uma forma racional e não fundamentalistas, especialmente não se pode mudar os problemas ambientais todas as décadas como passar da inevitabilidade de uma nova era glaciar para o aquecimento global em 20 anos.

Não se pode exigir à indústria que mude de tecnologia sem ela ter amortizado a anterior, nem cada vez que se descobre uma nova.

Primeiro era a inevitabilidade de uma nova era glaciar, depois o buraco do ozono, a seguir passámos ao aquecimento global e agora estamos nas alterações climáticas, tudo para obrigar a indústria ocidental a constantes mudanças nos métodos de fabrico exigindo investimentos não rentáveis e consequentemente a ajudas do estado, deixando a economia dependente do estado, como a esquerda gosta.

Para destruir as pátrias começaram por aproveitar a ambição do capitalismo de ter um mercado cada vez maior e sem barreiras. Pegaram em organizações como a CEE, que era acordos puramente comerciais e foram transformando em estruturas supranacionais, que mandam de forma não democráticas nos países, destruindo a sua identidade.

Ao acabar com as fronteiras e ao querer impor a imigração em massa de pessoas de outras culturas pretendem a diluição das nações, tornando assim a população numa mistura de culturas e credos sem referenciais, por isso mais fácil de manipular e dirigir.

Uma população sem valores definidos, sem estrutura moral definida, sem um referencial comportamental único, é o ideal para ser manipulada por uma qualquer campanha de marketing bem estruturada.

Nesta situação rapidamente Portugal passaria a ser uma província, pois com a entrada massiva de imigrantes que culturalmente têm muitos filhos e com a progressiva diminuição demográfica dos nacionais, em pouco tempo eles seriam a maioria, como hoje em dia a aquisição de nacionalidade portuguesa está em saldo, praticamente atribui-se como “brinde” eles, com direito a voto, optariam pela destruição da nossa cultura e o fim da independência nacional.

A situação não é muito diferente noutros países europeus, estando é de uma forma geral, em estágios mais avançados que nós. Assim se destroem as pátrias.

Por fim para destruir as famílias começou-se, com o apoio de toda a comunicação social totalmente dominada pela extrema esquerda, por legalizar o aborto, desvalorizando avida humana de uma forma que não entendo.

Depois veio o lóbi gay, nada contra homossexualidade, tudo contra o lóbi gay, nada têm a ver uma coisa com a outra. A seguir legalizou-se os casamentos homossexuais, que são o que quiserem, mas casamento não são, seguiu-se a criminosa adopção por casais homossexuais, que é uma violência psicológica grave e muitas vezes irreparável contra a criança e por fim veio a ideóloga de género que é a maior aberração já vista, só serve mesmo para  destruir o sentido de família e acabar com a civilização ocidental.

É mais um crime contra as crianças, andam a baralha-las aos 3 anos com ideologia de género!

Mostrando um lápis que é encarnado por fora e que desenha a azul e dizendo “tal como o lápis por fora parece uma coisa e por dentro é outra também o tu podes parecer um menino por fora, mas por dentro seres uma menina!

Isto é destruição propositada da civilização, da organização social, de tudo!

A ideia é impor um modelo de extrema esquerda, mas não é o modelo soviético de economia centralizada, ao contrário do que se pensava, o grande vencedor da guerra fria, não foram nem EUA nem a URSS, foi a China, que nem era uma das partes, pois com o fim da guerra fria está a impor o seu modelo a todo o mundo.

A china está a querer estender o seu império a nível mundial, impondo o seu modelo que é o capitalismo de estado.

Ou seja, existem empresas privadas, negócios grandes e pequenos, mas todos dependem do estado, tudo gira em torno do estado, liberdade nem pensar nela, e negócio só na dependência do aparelho burocrático.

Tudo que se passa na china ou com chineses pelo mundo é minuciosamente controlado pelo seu governo, os imigrantes chineses não costumam criar problemas com as comunidades dos países que os recebem.

Em Portugal temos problemas frequentes com as comunidades africanas e ciganas, mas raramente com a comunidade chinesa, isto porque antes de imigrar os chineses são obrigados a ter lições de conduta própria para o pais para onde vão e se se portam mal, voltam logo para a China.

Depois chegam cá e têm lojas com produtos muito baratos, normalmente de baixa qualidade, mas extraordinariamente baratos isto não é por acaso, nem inocente, é pensado apoiado e altamente subsidiado pelo governo chines, para controlar as economias ocidentais.

Alguém acredita que vendendo produtos em média a 1€ se paga o fabrico do produto, a embalagem, o transporte da China para Portugal e ainda sobra dinheiro para pagar a loja, a electricidade e os ordenados de quem lá trabalha?

Claro que não, são amplamente subsidiados pelo governo chinês.

Agora com o COVID fabrico “made in China” eles deram um passo de gigante na direcção que pretendem!

Como controlam os média laçaram um pânico muito superior ao necessário e com isso arruinaram economicamente todo o mundo ocidental e conseguiram que as populações abrissem mão dos seus direitos liberdades e garantias em prol de uma suposta necessidade de saúde pública.

Agora até para andar na rua nos querem obrigar a andar de máscara, uma completa palhaçada.

A China que é detentora das dividas públicas de quase todo o mundo ocidental, com o COVID todos se vão endividar ainda mais, ficando a China cada vez com maior controlo sobre os governos.

Para agrado da China as populações já se estão a habituar a obedecer sem contestar e a servirem elas próprias de fiscais, pratica normal na China.

Com a entrada descontrolada de emigrantes o valor da mão de obra baixa cada vez mais, a ideia é chegar ao nível da China, onde a mão de obra é praticamente escrava.

As fronteiras na Europa estão a desaparecer, as nações a diluírem-se, já se aceita com normalidade que o governante não seja um nacional, a continuar por este caminho, dentro de alguns anos teríamos um funcionário de PCC a mandar na Europa e outro na província de Portugal.

Como ficou claro a Esquerda quer a diluição das fronteiras e a destruição das nações para um mais fácil controlo por parte do estado, nomeadamente do chinês.

O capitalismo levado ao extremo, acaba por querer o mesmo, para facilitar o negócio diminuindo as barreiras e conseguir mão de obra mais barata.

De onde se conclui que então, a única solução racional e que defende o interesse de Portugal e dos Portugueses é o Nacionalismo Liberal.

De outra forma acabaremos como no livro “1984” de George Orwell ou como no livro “Admirável mundo novo” de Aldous Huxley.

Nacionalismo, pois defende Portugal independente, a poder escolher o que é melhor para Portugal e para os portugueses.

Quanto mais não seja pelos acontecimentos mais recentes verifica-se que a solidariedade Europeia é uma utopia, cada nação tem de defender os seus próprios interesses, se não formos nós a defendermo-nos ninguém o vai fazer isso por nós.

Liberal, pois defende a democracia e a economia de mercado, mas sem pôr a independência nacional em perigo, para isso o Estado Português deve ter uma “golden Share” em pelo menos uma empresa em cada um dos sectores considerados estratégicos, de forma a garantir que o controlo, de pelo menos uma empresa nesses sectores, se mantem português.

Pode-se ver por esse mundo fora que quando um partido ou político apresenta uma posição de Nacionalismo liberal, todos os outros partidos da esquerda à direita (internacionalista) se unem para o combater, mas sendo a única hipótese de salvação irá com toda a certeza triunfar!

Viva Portugal

Viva o Nacionalismo Liberal

Viva a Liga Nacional